terça-feira, 25 de outubro de 2011

Me recorro ao socorro , dor que já não dói, o que acostuma com o tempo fica dopado. Me limito a tantas coisas, talvez por medo de perder, me limito ao que quero, mas quando quero tento  por vezes pretendo esquecer. Estou cansado de viver em um Reality show, onde só quem sai perdendo sou eu. Nas paredes, nos muros de sabedoria chamado escola talvez não tenho aprendido todo o psíquico  que   mestres chamados de professores tenha tido a intenção de repassar, porém, Me ensinaram a viver, crescer e não desanimar.
Me diziam  certa vez que a vida é uma escola e nós somos um esterno aprendiz, mas por um instante perco a noção da lógica e vejo que assim como na escola, podemos ser reprovados sem direito a provas nem tentativas. Me diziam certa vez que temos o direito de errar, mas comecei errando quando errei acreditando q podia acertar. Acho que tudo tem capacidade de se tornar um texto, tem seu começo, seu meio e conclui-se com um fim, que não sendo diferente, meus medos e desejos também tendem  tendo sua proporção ao ponto final.
Por então me recupero, espero que após um fim, a esperança se faça de um começo. e concluo dando rizadas da vida, pois a vida já deu bastante rizadas de mim''

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Caminho incerto


A minha sede não se satisfaz em olhar
É algo preso em mim que não quer falar
Não tem como esquecer ou ate disfarçar
Mas é sentimento vivo, vivendo no sentido apenas para te amar.

Comecei a entender que não consigo o que quero
É apenas um sonho tão longe de acontecer
É jogo separado bem dificil de vencer 
Dificil é acreditar que minha vida é você

Como entender um complexo do que não entendo
Complexo de amar mas assim estou vivendo
Nem sei se é viver, crescer e morrer na dor
Ou será apenas acostumar pois o que sinto é amor 
Gostaria de rir, curtir o que sinto por você
Mas aqui é o ponto final e não consigo te esquecer

Lavitor Martins

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Na verdade...


Momentei-me momento sentido
Sentindo dor de algo perdido
Querendo, dizendo, sorrindo amado
choro que desce derrama acabado
Me limito não minto do que já senti
Dormindo acordado amando a ti
Disfarçando o disfarce evitando querer
Como dizer travando o que sinto por você
Poema poético poesia sem fim
Me faço teu amor se teu amor fosse por mim
Aceitar calado o teu amor já doado
A alguém, não merece o amor já jogado
Como inocência, Infância crescendo a brincar
Hoje cresci inocente aprendendo te amar

                                                               Lavitor Martins